terça-feira, 8 de agosto de 2017

Médico afirma - "PROIBIÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA É AGRESSÃO À ARTE DE CURAR"

O médico Dr. Francisco das Chagas Rodrigues apóia a auto-hemoterapia.


Foto publicação de Walter Medeiros no grupo Auto-hemoterapia - Meu Sangue me Cura



"PROIBIÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA É AGRESSÃO À ARTE DE CURAR"
Um médico estudioso e sem preconceitos fez uma leitura de todo material disponibilizado no site http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htmdesde que o FANTÁSTICO abordou o assunto auto-hemoterapia, em abril de 2007. Sua conclusão foi surpreendente. Ele percebeu e afirma que “a ‘arte’ de curar que caracteriza a medicina estava fortemente agredida.”. E acrescenta: “Não vi nenhum paciente queixoso da referida técnica; pelo contrário, diversos relatos não contestados de benefícios”. Ainda segundo o médico, “O que foi argumentado para diminuir a importância da técnica foi um efeito placebo sugerido, mas não comprovado. E se comprovado... que mal há? Não trouxe o bem? Inclusive o próprio placebo tem a sua aplicação em Medicina.”.
O médico a quem me refiro é o Dr. Francisco das Chagas Rodrigues, psiquiatra do Rio Grande do Norte, que fez uma avaliação completa do assunto e relata: “O que achei mais interessante é que existem muitos pacientes em todo o Brasil que utilizam a técnica e que os Conselhos de cada estado poderiam ter solicitado o testemunho dessas pessoas.”. “Ora, - observa - se é para a população que os Conselhos prestam serviço na fiscalização dos atos médicos, parece que a grande testemunha foi deixada de fora.”
Dr. Rodrigues continua afirmando que “Outra observação que podemos fazer nesse caso é que a grande arma usada para atacar a técnica é que ela não é científica e que, se imagina, os pareceristas são cientistas cujo poder de discriminação, de investigação, de julgamento, está acima de qualquer tipo de preconceito, como defende a Ciência.”. E enfatiza: “Não é verdade, são pessoas humanas, cada uma com seus defeitos e preconceitos. Um deles é que a Medicina deve ser uma atividade científica. Não é! Todos os grandes médicos reconhecem que a essência da Medicina é a ARTE de curar, de cuidar.”
Aquele médico potiguar vai além e explica que “A Ciência é uma importante aliada para exercermos essa arte, mas não pode dar todas as respostas, pois ela é simplesmente um foco de luz nas imensas trevas de nossa ignorância.”. Observa mais: “Veja só o caso da espiritualidade. Todos sabemos do grande poder terapêutico que a fé traz para os pacientes e no entanto a ciência não consegue até hoje e talvez nunca em penetrar nesse campo transcendental. Possivelmente a mecânica quântica seja de grande utilidade para dar uma nova vestimenta e um maior alcance à Ciência, de mudar paradigmas.”
Lembra que na sua área, a Psiquiatria, existe um importante recurso terapêutico, a Eletroconvulsoterapia (ECT), “que consegue salvar vidas quando nenhuma outra técnica é capaz de solucionar o problema e até hoje a Ciência não esclareceu como é que ela faz isso acontecer.” Por falar nisso, diz ser “bom lembrar que em nosso estado (o Rio Grande do Norte) e em muitas comunidades pelo Brasil afora não dispomos dessa técnica por simples preconceitos de uns e ignorância de muitos. Enquanto isso os pacientes vão morrendo por falta desse recurso, como já vi acontecer aqui em Natal, inclusive com uma colega médica.”
Voltando à auto-hemoterapia, garante que “pelo que li a técnica traz inúmeros benefícios com raros (?) prejuízos. Agindo profissionalmente na perspectiva do custo/benefício, eu não teria nenhuma dúvida em aplicar a técnica em um paciente devidamente esclarecido e que tivesse indicação terapêutica.” . Finalizando, o médico revela emocionado sentir um grande peso dentro do seu coração. Há três anos sua mãe faleceu vitimada por um câncer cerebral. Fez cirurgia, radioterapia, quimioterapia e nada a resgatou do abraço da morte. Lembra que ficou impotente ao seu lado até o último minuto. E anuncia: “Caso tivesse a informação que tenho hoje, estaria usando a auto-hemoterapia para despertar nela as suas defesas e certamente não iria me sentir tão impotente.”.